segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Barbro Karlen - A reencarnação de Anne Frank

AEEEE COROLHO!! Tamo de volta nessa poarr!!

Pessoal, agradeço pela paciência de todos! Espero que isso nunca mais aconteça, porque eu quase morri de sdds de vocês s2

Vamos ao post de hoje AIIII KRL QUE DLC POARR:

Você acredita em reencarnação?

Anne Frank e Barbro Karlen, respectivamente.

Um dos casos mais impressionantes que já se teve notícia nas últimas décadas foi o de uma jovem chamada Barbro Karlen que, segundo a mesma, é a reencarnação de Anne Frank, a jovem garota de origem judia que se tornou famosa graças ao livro "Diário de Anne Frank", que conta sua vida durante os dois longos anos que passou escondida dos nazistas em um sótão, e que morreu no campo de concentração Bergen-Belsen em 1945.
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Menos de dez anos depois da morte de Anne Frank, em 1954 Barbro Karlen nasceu de família cristã na Suécia.



Quando tinha menos de três anos, Barbro contou aos pais que seu nome verdadeiro era Anne Frank. Os pais de Barbro não tinham ideia de quem foi Anne Frank, já que seu livro ainda não tinham sido traduzido ou publicado em sueco naquela época.
Anne Frank.

Barbro disse à mãe que seus pais verdadeiros viriam logo buscá-la e levá-la de volta à sua casa de infância. Barbro ainda contou detalhes de sua vida como Anne, como os nomes de seus pais reais, sua casa e seus amigos. Seus pais consideraram que fosse apenas uma brincadeira de criança.

Barbro não tinha pesadelos como qualquer criança, geralmente eles eram violentos, e envolviam homens fardados que subiam as escadas e derrubavam a porta para apanhar a sua família que estava escondida.

Barbro quando tinha sete ou oito anos de idade, ficou confusa quando sua professora começou a falar sobre Anne Frank. Barbro pensou consigo mesma: "Como poderia a professora saber de Anne Frank?" Assim, Barbro começou a perceber que Anne Frank era uma pessoa real.

Desde a infância, Barbro tinha medo de homens em uniformes. Mesmo como adulta e quando parada numa infração de trânsito por um policial, Barbro teria tamanha ansiedade que ela considerava fugir. A fim de superar sua fobia de uniformes, Barbro em idade adulta decidiu se tornar um oficial da polícia montada sueca. Depois de completar a sua formação no Serviço de Polícia da Suécia, Barbro se tornou um oficial da polícia montada e trabalhou com os cavalos da polícia por mais de uma década. Além disso, Barbro teve uma aversão a comer feijão desde a infância, e a tomar banhos em chuveiros. - Essa fobia pode ser explicada mediante os campos de concentração nazistas: Os nazistas levavam os prisioneiros à grandes salas com chuveiros, e os ludibriavam, dizendo que iriam tomar banho, mas na verdade os matavam, soltando gás pela encanação dos chuveiros.

Barbro recebeu sua primeira validação de ser Anne Frank, quando tinha dez anos, altura em que ela descreve no seu livro, And the Wolves Howled (E os Lobos Uivam) como sendo uma grande surpresa. Em resumo, Barbro foi capaz de encontrar seu caminho diretamente para a Casa de Anne Frank em Amsterdã, onde ruas sem sentidos se tornam fáceis de se perder. Mais tarde, Barbro afirma: "Vagando pelas ruas desta cidade, as lembranças do passado em Amesterdão eram claras."

Museu de Anne Frank.

Os recortes das estrelas que Anne Frank colou nas paredes.
Barbro ainda jovem.
Quando ela tinha dez anos, os pais de Barbro levaram-na a conhecer as grandes cidades da Europa, incluindo Amsterdã, a cidade onde a família Frank viveu durante a Segunda Guerra Mundial. Otto Frank e sua família tiveram que se esconder no sótão do edifício onde Otto tinha o seu negócio, quando os nazistas invadiram a Holanda e perseguiam os judeus. A família Frank escondeu-se no sótão por cerca de dois anos, até que foram descobertos por nazistas, tendo a família sido presa e enviada para campos de concentração. O único sobrevivente foi o pai, Otto Frank, a quem posteriormente foi dado o diário de Anne, e que mais tarde havia de ser publicado. Após a guerra, o esconderijo foi transformado em museu, que é chamado "O Museu Anne Frank.” O Diário de Anne Frank foi publicado na Suécia e ao mesmo tempo em Amsterdã, O pai de Barbro queria visitar a Casa onde Anne Frank passou seus últimos anos de vida. No seu hotel, ele pegou o telefone e pediu um táxi para levá-los lá. Barbro subitamente exclamou: "Nós não precisamos de um táxi, não é longe podemos ir a pé daqui, é só na próxima esquina". Ela mesma não estava surpreendida quando chegaram a casa de Anne Frank depois de uma caminhada de dez minutos através da ruas sinuosas da cidade. Após a sua chegada, os pais dela estava ali sem palavras e apenas olharam um para o outro.

"Isso é estranho", disse Barbro, quando ficou na frente da casa. "Ela não se parece com antes." Ela olhou
O livro que Barbro escreveu contando sobre
suas vidas: "And the Wolves Howled"
ou "E os Lobos Uivam".
com admiração e os pais dela não sabiam o que dizer. Eles entraram na casa e subiram a longa e estreita escada. Barbro, que tinha sido tão despreocupada ao mostrar-lhes o caminho, de repente, ficou bastante pálida. Ela suou frio e pegou a mão da mãe. Sua mãe estava muito horrorizada quando ela sentiu a mão de Barbro, que era fria como gelo. Quando eles entraram no esconderijo os mesmos terrores irracionais superam Barbro como ela tinha experimentado tantas vezes em seus sonhos. Ela achou difícil respirar e
pânico espalhou-se em seu corpo. Quando eles entraram em uma das salas mais pequenas, de repente ela parou e seu rosto iluminou-se um pouco. Barbro olhou para a parede na sua frente e exclamou: "Olhe, a imagens das estrelas de cinema ainda estão lá!" As imagens das estrelas de cinema que Anne tinha cortado e afixada na parede, que Barbro viu naquele momento, a fez se sentir feliz, quase como se ela tivesse voltado para casa. Sua mãe olhou para a parede em branco e não podia entender. "Que fotos? A parede nua?" Barbro olhou novamente viu que isso era verdade. A parede estava nua! Sua mãe estava tão confundida que se sentia levada a perguntar a um dos guias se ele sabia se havia retratos na parede em outro tempo. "Oh sim", um guia respondeu: "elas foram tiradas temporariamente para serem colocados em vidro, para que não fossem destruídas ou roubadas." a mãe de Barbro não sabia o que dizer.

Depois de sua adolescência passar, as suas memórias de vidas passadas começaram a desvanecer-se, o
que foi um alívio para Barbro, agora ela poderia finalmente levar uma vida normal. Prosseguiu a sua carreira com o Serviço de Polícia da Suécia, embora Barbro nunca tenha tornado público suas memórias de ser Anne Frank. Como Barbro melancolicamente afirma em suas entrevistas, "nunca diga nunca". Perto dos quarenta anos as memórias de vidas passadas começaram a surgir novamente. Barbro começou a ter interações negativas com outro policial montado, que parecia a estar perseguindo. Foi essas interações que acionaram o reacender de suas memórias como Anne Frank e, em particular, lembrou-se de cenas de um campo de concentração. Barbro percebeu que esse policial era um guarda nazista de Bergen-Belsen reencarnado. Embora essas memórias de vidas passadas fossem dolorosas, deram a Barbro a vontade para escrever seu livro, E os lobos uivavam. Barbro relata que ela queria mostrar que embora estes guardas, estes lobos, participassem em sua perseguição durante a vida de Anne Frank, ela não lhes permitiria machucá-la novamente na sua vida contemporânea. Queria compartilhar com os outros que a alma persevera e, desta forma, proporcionar conforto aos outros que possam estar sofrendo.

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