sábado, 8 de março de 2014

Vídeos Chocantes

O leitor Leandro Rocha mandou uma dica via e-mail que eu achei muito interessante. O e-mail continha um vídeo de um médium, que acabou falecendo em meio há uma entrevista de rádio.

Embora a dica tenha sido muito boa, eu não sabia como abordar, até que tive uma ideia:

Lembram-se dos posts Fotos Chocantes? Então. Faremos um post parecido, mas dessa vez, ao invés de fotos, serão videos!

AVISO: ALGUNS CASOS ABAIXO PODEM CONTER CENAS FORTES. POR ISSO, ANTES DO VÍDEO, HAVERÁ UM AVISO DO QUE VOCÊ ESTARÁ PRESTES À VER. FICARÁ ASSIM, AO SEU CRITÉRIO, SE QUER VER O VIDEO OU NÃO.


Então, este post terá uma compilação de pessoas tiveram sua morte eternizadas em vídeo.

ESPÍRITA DESENCARNA DURANTE ENTREVISTA

O primeiro vídeo não podia deixar de ser o que o leitor Leandro Rocha me enviou.

O espírita e filosofo Romeu de Toledo Zandoná, durante uma entrevista ao programa "Nova Consciência – A Força das Ideias" da rádio Boa Nova, do dia 27 de fevereiro desse ano, sentiu-se mal e acabou por falecer no ar. Ele estava conversando com o radialista Jether Jacomini, quando de repente disse "Eu estou sumindo" e em seguida morreu, de maneira pacífica.

Curiosamente, ele falava sobre a própria morte, - entre outras coisas - na perspectiva espírita.




ESCRITOR INDIANO MORREU EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

MN. Vijayan, ou "Vijayan Mash" com era apelidado foi um acadêmico, orador, jornalista e escritor, tendo um acervo de mais de 15 livros publicados.

Durante uma coletiva de imprensa televisionada em Thrissur, realizada em 3 de outubro de 2007, Vijayan subitamente se inclinou para trás, abrindo muito os seus olhos e acabou falecendo em frente às câmeras.

Foi descoberto mais tarde, que Vijayan vinha sofrendo de dores de cabeça e sonolência.

Suas últimas palavras, registradas em vídeo foram: "Não é o indivíduo, mas a nação que é importante. Estas palavras devem ser usadas se for necessário que ouçam"

Os jornalistas e colegas que estavam por perto tentaram socorre-lo, mas ele já estava morto.



O SEQUESTRO DO ÔNIBUS 174

Todo mundo que nasceu antes de 2000 se lembra desse caso, que chocou todo o Brasil.

No dia 12 de junho de 2000, às quatorze horas e vinte minutos, o ônibus da linha 174 (atual 158) (Central–Gávea) da empresa Amigos Unidos ficou detido no bairro do Jardim Botânico por quase 5 horas, sob a mira de um revólver, por Sandro Barbosa do Nascimento.

Um dos passageiros conseguiu acenar à um carro de policia, que cercou o ônibus. O motorista, o cobrador, além de muitos passageiros, conseguiram fugir pelas portas ou pulando as janelas.

No entanto, dez passageiros que não conseguiram fugir, foram tomados como reféns pelo sequestrador ensandecido.

Em um ato de puro desequilíbrio, Sandro apontou a arma na cabeça de outra refém e a fez escrever nas janelas, com batom, frases como: "Ele vai matar geral às seis horas" e "ele tem pacto com o diabo".

Um dos momentos de maior tensão foi quando o assaltante andou de um lado para o outro com um lençol na cabeça de uma refém. Segundo ela, Sandro afirmou que iria contar de um até cem, e quando chegasse no fim da contagem, ele a mataria. Sandro contava pulando os números e, ao chegar no número cem, fez a refém se abaixar e fingiu dar-lhe um tiro na cabeça. Após isso, fez ameaças: "delegado, já morreu uma, vai morrer outra".

Às dezoito horas e cinquenta minutos no horário de Brasília, Sandro decidiu sair do ônibus, usando a professora Geísa Firmo Gonçalves como escudo. Ao descer, um policial do BOPE tentou alvejar Sandro com uma submetralhadora e acabou errando o tiro, acertando a refém de raspão no queixo.2 Geísa acabou também levando outros três tiros nas costas, disparados por Sandro.

De acordo com o Instituto Médico Legal, Geisa foi alvejada quatro vezes. A primeira vez, pela arma do policial. O que deveria ter sido o tiro letal no marginal feriu de raspão o queixo da moça. A reação do bandido foi se abaixar, usando a jovem como escudo. Ao mesmo tempo, disparava à queima roupa atingindo seu tronco e o meio das costas.

Sua morte foi televisionada por inúmeras emissoras.



O ASSASSINATO DE JFK

John F. Kennedy foi o 35° presidente dos Estados Unidos, do ano de 1961 à 1963.

Durante uma visita política a cidade de Dallas, no estado americano do Texas, para iniciar sua campanha a reeleição, o Presidente Kennedy, enquanto desfilava pelas ruas da cidade com sua esposa, em carro aberto, foi atingido por dois disparos às 12:30 do dia 22 de novembro de 1963. Ele foi declarado morto meia hora depois.

Nas filmagens, John Kennedy aparece acenando ao público, quando recebe o primeiro tiro, que o acertou na garganta. Sua esposa, Jacqueline percebe que há algo errado, e quando tenta socorre-lo, ele é alvejado novamente, dessa vez, com um tiro certeiro na cabeça. A primeira dama, em total estado de choque, sobe na traseira da limousine, tentando recolher os pedaços desfeitos da cabeça de seu marido, em sinal de puro desespero.

Lee Harvey Oswald, o suposto assassino, foi preso em um teatro cerca de 80 minutos após o tiroteio. Oswald foi inicialmente acusado do assassinato de um policial de Dallas, JD Tippit, antes de ser acusado do assassinato do presidente.49 Oswald disse que não tinha matado ninguém, alegando que ele era um chamariz. Mais tarde, ele também seria assassinado.

As imagens de seus assassinato permanecem até hoje, estigmatizadas à ferro nos registros da história.


SUICIDAS DO WORLD TRADE CENTER

No dia 9 de setembro de 2001, um dos atentados mais violentos e mortíferos ocorreu no complexo de edifícios, que era comumente conhecido como World Trade Center. Terroristas à mando da Al-Qaeda sequestraram 2 aviões e os atiraram sob os prédios, matando quase 3.000 pessoas, dentre elas, civis, passageiros dos aviões e bombeiros.

O primeiro avião atingiu a fachada norte da torre norte às 08:46, destruindo a torre entre os andares 93 e 99. Dezessete minutos depois, uma segunda equipe de terroristas colapsaram de forma semelhante o avião sequestrado do voo 175 da United Airlines na torre sul, destruindo o edifício entre os andares 77 e 85. O prejuízo causado à torre norte, pelo voo 11, destruiu todos os meios de evacuação de quem estava acima da zona de impacto, prendendo 1 344 pessoas.

De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos instantaneamente com o impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre.

Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas. Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.

Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte, caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo.

As cenas, onde dezenas de pessoas desesperadas e sem esperança pulam para a morte torna essa tragédia, um dos casos mais tristes que já se teve notícia.



O SUICIDIO DE DANIEL JONES

No dia 30 de abril de 1998, às 3 da tarde, as emissoras de televisão interromperam a programação para transmitir ao vivo, um congestionamento de carros em uma divisão de duas avenidas bem movimentadas de Los Angeles. O que elas não sabiam, é que iriam flagrar o suicidio de Daniel Jones.

Daniel Jones, um homem de 40 anos, parou seu carro em meio à estrada, gerando assim um congestionamento. Verificou-se mais tarde que Daniel era HIV positivo, e sua atitude foi em virtude à um protesto contra uma empresa de serviços médicos. Ele ainda colocou no chão da estrada, uma bandeira com os dizeres: "HMOs estão nisso pelo dinheiro, Viver livre, amor seguro, ou Morte", além de atear fogo em seu próprio carro e em suas calças, além de ameaçar se jogar da ponte.

Quando Daniel percebeu que estava sendo filmado, ele voltou ao carro em chamas, pegou um rifle e atirou na própria cabeça.

O suicídio foi televisionado para inúmeras casas, no horário em que haviam crianças assistindo, e as emissoras tiveram que, mais tarde, se retratar.

Já deixo avisado que as cenas são fortes, portanto, só assista se tiver certeza:



MORTO DURANTE LIGAÇÃO

O Delegado titular da 18ª Circunscrição Policial da cidade, Clayton Leão, de 33 anos, foi morto à tiros durante uma entrevista à uma rádio na Bahia.

Cleyton concedia uma entrevista ao vivo, pelo telefone, ao programa "De olho na cidade", da Rádio Líder, enquanto estava no carro acompanhado da esposa, quando três homens, que estavam num veículo branco, interceptaram o carro do delegado e atiraram contra ele. Não houve tempo para ser socorrido. Clayton Leão teve morte instantânea.

"Já tinha mais de dez minutos de entrevista, quando ouvimos um estampido e ele (o delegado) começou a gritar ''peraí, peraí''. Em seguida passamos a ouvir os gritos da mulher dele, desesperada, pedindo socorro. Inicialmente, achamos que tinha ocorrido um acidente, depois, ouvimos a esposa dizer que ele fora atingido", contou o radialista Raimundo Rui. O locutor explicou que a entrevista seria presencial, mas, como o delegado não chegara à tempo, optou por ligar e falar por telefone. "Ele parou o carro na estrada e começou a falar", completou o radialista.

Embora as imagens da morte não tenham sido gravadas, a execução e o desespero da esposa do Delegado foram perpetuados em áudio pela rádio.



O SUICIDIO DE BUDD DWYER

Político republicano, após seu mandato de senador, Dwyer mudou-se para o Tesouro Nacional. No final do ano de 1986, Budd Dwyer foi acusado de receber uma quantia de US$ 300 mil de suborno. Durante as investigações, a defensoria ofereceu a Dwyer uma proposta de passar no máximo cinco anos na cadeia, em troca de um testemunho de culpa, retratação pública e cooperação com as investigações.

Dwyer recusou a oferta e continuou alegando inocência. A pena máxima poderia chegar a 55 anos de cadeia e a devolução integral dos US$ 300 mil. Em 22 de janeiro de 1987, na véspera do pronunciamento de sua sentença, Budd convocou uma coletiva de imprensa para "esclarecer o caso". Muitos acreditaram que ele finalmente assumiria a culpa.

Na conferência, nervoso e agitado novamente alegou inocência e declarou que ele não se afastaria da tesouraria do estado. Neste momento, Dwyer parou de ler seu discurso e chamou três de seus assessores, entregando um envelope para cada um. Depois descobriu-se que um continha uma nota de suicídio para sua esposa, outro continha uma nota de doação de órgãos e afins. e o terceiro continha uma carta para o governador recém-empossado.

Após distribuir os envelopes, Dwyer pegou um outro envelope e retirou dele um revólver Magnum 357, alertando aos que estavam presentes na platéia: “Por favor, deixem o recinto se isto os ofende."

Os presentes clamaram a Dwyer para abaixar a arma. Alguns tentaram se aproximar dele, e o ouviram dizer: "Afastem-se, esta coisa vai machucar alguém."

Estas foram suas últimas palavras. Sem dar ouvidos aos apelos, Dwyer enfiou o cano do revólver na boca e puxou o gatilho. Ele caiu no chão, em frente às câmeras de cinco emissoras.

Muitas estações de televisão da Pensilvânia exibiram ao vivo o fato, que ocorreu perto do meio-dia. Devido a uma tempestade de neve que ocorria no estado naquele dia, muitas escolas fecharam e muitas crianças em idade escolar testemunharam o suicídio.

Após o ocorrido, muitas estações exibiram o vídeo somente até o momento anterior ao suicídio; outras estações sequer exibiram o vídeo. Pouquíssimas estações exibiram o vídeo na íntegra, sem edições.

Abaixo, o vídeo do sucídio de Budd Dwyer, mas aviso que são cenas extremamente fortes, portanto só assista se tiver certeza absoluta que quer ver.



DUBLÊ MORTO DURANTE RECORD

O indiano Sailendra Nath Roy, record Guinness em 2011 por atravessar a maior distância sobre um cabo pendurado pelos cabelos, morreu quando tentava superar seu próprio recorde, informou nesta segunda-feira (29) a imprensa local.

Roy já tinha percorrido 40% dos 183 metros que pretendia percorrer pendurado pelo cabelo em um cabo a 20 metros sobre o rio Teesta, no Estado de Bengala Ocidental, quando ficou preso e sofreu um ataque cardíaco, segundo o jornal online firstpost.com.

Durante 20 minutos, os espectadores o viram tentando se soltar sem sucesso, primeiro entre aplausos e depois entre gritos de terror.

No local não havia ambulância nem médicos.



SUICIDA DAS CATARATAS DO NIAGARA

31 de maio de 2011, Alex Fediakov um turista russo estava com sua mãe enquanto gravava as belezas das cataratas do Niagara com sua câmera de vídeo.

Parecia um dia tranquilo, e Alex aproveitava o passeio. Mas a tranquilidade outrora sentida é alterada com o som de sirenes de emergência soando à distância, talvez anunciando a tragédia que depois ele viria a capturar em vídeo.

Alex percebe algo flutuando por sobre a água agitada: é o corpo nu de uma mulher arrastada pela forte correnteza do rio há cerca de 32 milhas por hora, e que a empurra irremediavelmente para o grande salto de mais de 50 metros de altura.

O corpo foi resgatado horas depois pelo barco "Maid of the Mist" perante o olhar atônito de turistas. Infelizmente, esse não foi um caso isolado. Estima-se que em média, 20 à 25 pessoas decidem por fim à vida, jogando-se à forte correnteza das cataratas, fazendo assim, que esse belo lugar, torne-se seu último passeio.


Agradeço ao leitor Leandro Rocha pela dica. Lembrando que se você tem uma sugestão de post, envie para o e-mail showdomedo@gmail.com.

Veja também:

Christine Chubbuck - A repórter suicida

Documentário - Golden Gate: A Ponte dos Suicidas

Fotos de vitimas tiradas um pouco antes de suas mortes

Fotografo chinês registra casal suicida

4 comentários:

  1. Me mandaram uma sugestão identica O_O... Bom, vou aproveitar esse seu post e plagiar na cara dura, e.e.

    Ótima matéria, deu até um frio na espinha na hora de ver os vídeos!

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    1. Acho que mandou pra vários blogs, na verdade..

      HAHA, valeu pelo elogio!

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  2. Credo não gosto desse tipo de conteudo não .....

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    1. Silvio, se você não gostar, queM no mundo vai? HAHAHA!

      Abç!

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